terça-feira, 25 de novembro de 2008

A Nova Cullen - Fan Fic

Hoje é dia da fan fic! Para inaugurar escolhemos uma fan fic minimamente especial. Porquê especial? Bem, este excerto que vos vamos mostrar tem como personagem principal Catherine e faz parte de um livro inspirado em Twilight. Sim, um livro - escrito pela Catarina Cullen - daí não ser uma fic normal pois neste caso existem capítulos pelos quais ansiar.
Deixamos à vossa disposição o primeiro capítulo desta apetitosa aventura e o endereço no qual podem ler o resto. :D
Apreciem… :P
Capitulo ITitulo: Estranho.
- Catherine – Chamava a minha mãe enquanto me acordava. – Vou sair agora para o trabalho, já é quase uma da tarde, não te atrases.- Ok, mãe. Até logo – Disse ainda meio ensonada. Ela deu-me um beijo na face e saiu.Espreguicei-me e levantei-me, peguei na minha bolsa de produtos higiénicos e fui para a casa de banho, tomar banho.Quando acabei sequei e vesti novamente o pijama, desci as escadas em direcção da cozinha, tirei uma pizza do congelador e pus aquecer no microondas, preparando um sumo para acompanhar.Quando o microondas apitou, retirei a pizza e cortei em fatias, pondo o prato num tabuleiro, mais o copo de sumo, fui para a sala, enquanto comia via mais um episodio da serie do Csi.
Acabei de comer, lavei a loiça e dirigi-me para o quarto, para vestir o uniforme do trabalho. Fui até à casa de banho e tirei a toalha da cabeça. A melhor parte dos meus dias, puff. Com muito esforço, penteei o meu cabelo comprido, cheio de nós. Em pouco tempo consegui o resultado que queria, sorrindo vitoriosa pousei a escova em cima do móvel e lavei os dentes, fui até ao quarto dar uma vista no espelho a ver se estava bem, peguei na minha mala e desci as escadas, saindo de casa.Eu morava numa rua da cidade de Seattle, uma rua que não era muito movimentada, dirigi-me para o café ao fundo da rua onde trabalhava.
Entrei no café, dirigindo-me para a cabine dos empregados para guardar a mala, atei o cabelo e fui até ao balcão pegar no meu bloco e na caneta, começando a atender os clientes. Esta semana era a minha vez de fazer o fecho do café, era um pouco chato, pois o café só fechava à meia-noite, e a partir das dez da noite não ia lá mais ninguém, não podia fechar o café mais cedo senão o patrão não me pagava aquelas horas. Suspirei.
Olhei para o relógio, um gesto que tinha feito imensas vezes nos últimos minutos, ao ver os ponteiros a marcarem cinco para a meia-noite, sorri. Peguei num pano e comecei a limpar a máquina do café. Estava mesmo a acabar de limpá-la, quando ouvi a campainha da porta do café a tocar mesmo atrás de mim.- Estamos a fechar. – Disse sem me virar.- Oh, é uma pena.Humm... que voz. Virei-me para encarar a figura que tinha aquela voz... tão... melodiosa.Fiquei a encara-lo durante um tempo sem reacção.Meu Deus, Catherine fecha a boca!Fui acordada do transe pela sua gargalhada.- Não te queria assustar. – Disse gentilmenteHá diz alguma coisa, fala...- Ah, não me assustas-te.Os meus olhos percorreram-no, era loiro tinha o cabelo atado, os seus olhos eram pretos, aos quais ficava presa por momentos sem conseguir desviar o olhar. O seu sorriso era... magnífico. Os meus olhos desceram... Petrificação total!Como se respirava mesmo?‑­
A blusa branca, justa ao seu corpo denunciava os músculos do seu peito e dos seus braços.O que é isto? Um deus grego?Como era permitido um rapaz ser tão perfeito? Como permitiram que os pais o fizessem? Como é que ele veio aqui parar? Olhei para o tecto, sou só uma rapariga, queres-me matar?Olhei novamente para ele ficando com o olhar preso no dele. Ele sorriu.- Eu ia a passar e senti... ah... achei o café, tenho sede não sabia que estava já a fechar. Não podes servir-me só uma coca-cola? Assim não tens de sujar nada. – Disse piscando o olho.Oh, como se anda mesmo? Ah.. esquerda, direita, esquerda... dirigi-me à geladeira e tirei uma lata de coca-cola, pousei-a no balcão à sua frente e dei-lhe um copo. Sorri.- Podes fazer-me companhia?Olhei em volta e vi que já tinha tudo pronto, acenei com a cabeça, ele sorriu e esperou enquanto saia de trás do balcão e dirigia-me até a uma mesa, sentando-me, ele fez o mesmo, sentando-se à minha frente e sorriu novamente.Respira Catherine!- Fazes muitas noites destas sozinha?- Sim, esta semana estou sozinha a fechar o café.Era fácil falar com ele, quer dizer... aqueles olhos faziam com que eu disse-se tudo.Sorriu, pousando por breves momentos o seu olhar no meu pescoço. Respirei pausadamente. Olhou para mim e o seu sorriso era maior.- Que má educação a minha. – Sorriu – Sou o Richard.- Eu sou Catherine.- Belo nome. – Senti as bochechas a arderem-me. Ele fechou os olhos por um minuto e inspirou o ar, abrindo-os com uma expressão de satisfação.Estranho.- Moras aqui perto?- Sim, ao fundo da rua.Parva! Mais uma vez aquele olhar conseguiu arrancar a informação.- Sozinha? – O seu sorriso abriu-se mais, levou a lata à boca.- Não, com os meus pais.- Hum... – Olhou para o relógio – Levantou-se, acenei-lhe ficando ainda sentada para assimilar aquilo tudo, até que senti uma respiração fria no meu pescoço, congelei.- Vemo-nos amanhã – Sussurou.- Ok. – tentei dizer, mas saiu como um suspiro, ouvi a campainha do café quando ele saiu. Respirei fundo e peguei na lata, estranhando o peso, estava cheia... mas eu tinha visto ele a beber. Encolhi os ombros, deitei a lata no lixo, guardei o copo que ele ignorou, peguei na mala. Desliguei as luzes do café e sai fechando a porta às chaves.Percorri a rua a um passo acelerado e em pouco tempo entrei em casa. Ainda fascinada com aquele estranho.
Abri a porta de casa devagar para não fazer barulho, os meus pais já estavam a dormir. Entrei e fechei a porta às chaves atrás de mim, subi para a casa de banho lavando os dentes, indo para o quarto tirei o uniforme e vesti o pijama, depois de umas escovadelas no cabelo, deitei-me. A imagem daquele estranho não me saia da cabeça, era lindo. Adormeci passado alguns minutos.
Catarina Cullen

Podem ler o resto no seguinte endereço:
http://www.fanfiction.net/s/4504383/2/A_nova_Cullen
:)

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